Plantei a semente da ignorância Escondida no armário da insuficiência artística Sou vertente da existência De uma forma mais ilusionista Recolhi os frutos de uma sinfonia perdida E procurando as folhas Descobri as ilusões mais convictas A sanidade humana É o ritual de um parágrafo Apagado pela memória da existência dele mesmo. Margarida Lobato Costa [...]
Arquivo de Janeiro, 2011
Plantei a semente da ignorância
Posted in Uncategorized on 27 de Janeiro de 2011 | Deixar um Comentário »
Poema de Alexandra Mendes
Posted in Textos Líricos on 25 de Janeiro de 2011 | 1 Comentário »
domingo, 17 de janeiro de 2010 Min(uto) Deixa-te estar assim. Tu podes. Não mexas um dedo, não mexas um músculo. Eu vou pedir ao vento que não te mexa no cabelo. Assim, podemos parar os ponteiros do relógio, podemos parar o tempo, vendê-lo. E posso começar a sussurrar-te. Posso cantar baixinho, que sei que vais [...]
O que vejo – Margarida Lobato Costa
Posted in Textos Líricos on 17 de Janeiro de 2011 | Deixar um Comentário »
o que vejo Num papel sujo duma grande cidade vê-se o rosto de sofrimento uma dor que atravessa nosso corpo sem piedade num papel sujo de um certo sítio vê-se sangue duma alma sacrificada pela desilusão num papel deitado fora pelo mundo vê-se o desgosto e a solidão de quem foi consumido pela traição numa [...]
Pedro Barros sobre José Saramago
Posted in Uncategorized on 5 de Janeiro de 2011 | 1 Comentário »
Helena Vilar 20/6 às 19:46 Pedro, coloquei o teu texto sobre Saramago na minha página. A dra Isabel Fidalgo sugeriu que se colocasse no blogue da escola como homenagem a Saramago. Que dizes? Visita a minha página, se puderes e quiseres, e lê o que escreveram sobre o teu texto. Parabéns! Pedro Barros 20/6 [...]
Saramago morreu
Posted in Uncategorized on 5 de Janeiro de 2011 | 1 Comentário »
18 de junho de 2010 Helena Vilar – Pedro, já sabes com certeza. A Passarola do sonho tem mais uma «vontade». Assim Blimunda se apresse a recolhê-la. Pedro Barros 19/6 às 21:08 “Termino. A voz que leu estas páginas quis ser o eco das vozes conjuntas das minhas personagens. Não tenho, a bem dizer, mais [...]