Plantei a semente da ignorância
Escondida no armário da insuficiência artística
Sou vertente da existência
De uma forma mais ilusionista
Recolhi os frutos de uma sinfonia perdida
E procurando as folhas
Descobri as ilusões mais convictas
A sanidade humana
É o ritual de um parágrafo
Apagado pela memória da existência dele mesmo.
Margarida Lobato Costa – 11º A